Cirurgia Lazzarotto & Souza - anos 80
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| Aparelho Digestório normal |
Técnica Lazzarotto & Souza |
| Intestino antes da cirurgia |
Intestino após a cirurgia |
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Payne modificada, sem nenhuma ressecção do intestino e do mesentério.
Cirurgia reversível.
Nesta técnica a pessoa não perde o prazer de comer, já que o estômago não é operado!
Apresentada nos seguintes Congressos:
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Cong. Bras. de Cirurgia 1998 - Curitiba – PR |
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Cong. Nac. Ap. Digestivo 1998 - Salvador – BA |
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Cong. Reg. 1999 – Londrina – PR |
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Cong. Intl. ABESO 2002 - São Paulo – SP |
Técnica Scott - anos 50 a 70
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| Técnica Scott |
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Bypass Jejuno-Ileal com ressecção
ampla do intestino delgado,
permanecendo 36,5 cm de Jejuno
e 20,3 cm de Íleo.
Cirurgia irreversível.
Payne - anos 50 a 70
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| Técnica Payne |
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Bypass Jejuno-Ileal 36,5 cm Jejuno
e 20,3 Ileo, sem ressecção,
porém com isolamento de grande
parte do intestino.
Cirurgia reversível.
Cirurgia de Mason - anos 80
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| Técnica Mason |
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Septação gástrica com aplicação de anel
de contenção, porém sem ressecção
de estômago e nem de intestino.
Cirurgia reversível.
Cirurgia de Fobi Capela - anos 80
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| Técnica Fobi Capela |
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Septação gástrica com permanência de
ampulheta de 20 a 50 cm ligado à 2
metros de intestino com isolamento de
96,5% do estômago e o restante do intestino.
Aplicação de anel de contenção no coto
gástrico funcionante.
Cirurgia reversível parcialmente.
Cirurgia de Scopinaro I - anos 80
Ressecção de 85% a 90% do estômago
ao duodeno, permanecendo de 190 a 250 cm
de intestino delgado, com isolamento
do restante.
Cirurgia irreversível.
Cirurgia de Scopinaro II - anos 80
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| Técnica SCopinaro II |
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Ressecção de 85% a 90% do estômago ao
duodeno, permanecendo 250 cm de intestino
delgado, com isolamento do restante.
Cirurgia irreversível.
Banda Gástrica - anos 90
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| Banda Gástrica |
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Aplicação de uma banda próximo
ao cárdia, permanecendo ampulheta
de 50 a 70 cm³ ligado ao restante
do estômago.
Cirurgia reversível.
Balão Gástrico - anos 90
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| Balão Gástrico |
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Aplicação intra-gástrica, via endoscópica,
de um balão preenchendo grande parte
do estômago, desencadeando aumento
da saciedade.
Procedimento reversível.
Cirurgia Duodenal Switch - anos 90
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| Técnica Duodeno Switch |
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Ressecção de 90% do estômago deixando
a pequena curvatura, permanecendo de
190 a 250 cm de intestino, isolamento do
restante.
Cirurgia irreversível.
Cirurgia Sérgio Santoro - ano 2000
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| Técnica Sérgio Santoro |
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Payne modificada com ressecção do “omentum” (epiplon) maior, ressecção
da maior parte do estômago e ressecção
de aprox. 80% do intestino, permanecendo
apenas 300 cm.
Cirurgia irreversível.
Apresentada no Congresso:
Cong. Bras. de Cirurgia Março de 2005
O que é obesidade?
A obesidade é uma doença multifatorial e plurimetabólica que facilita a falência de múltiplos órgãos, deteriorando suas funções com repercussões psicossomáticas patalógicas e desencadeando piora na qualidade de vida por conseqüência pode causar a morte precoce.
Obesidade tem cura?
Não na maioria dos casos, mas pode regredir com dietas, atividades físicas e medicamentos, mas sempre deve ser orientado por médicos e nutricionistas.
Por que eu engordo?
Porque a ingestão em números de calorias (alimentação) é maior que o consumo. O diferencial é armazenado sob forma de gordura.
Onde são absorvidos os alimentos para que eu engorde?
A absorção dos alimentos se faz em todo o intestino delgado. Os segmentos de intestino delgado mais próximos do estômago têm poder maior de absorção que os mais distantes. A vitamina B12 é principalmente absorvida no final do intestino delgado. O estômago tem a função de receber os alimentos formando o bolo alimentar, para que o intestino absorva, mas absorve pequenas quantidades de álcool e ácido acetil salicílico (aspirina).
Por que tenho tanta facilidade para engordar e dificuldade para perder peso?
Porque você absorve 100% do que ingere e seu gasto calórico está diminuindo. Uma pessoa que não é obesa tem, aproximadamente de 4,5 a 7,0 de intestino delgado e seu diâmetro varia de 1,5 cm a 3,0 cm, representando aproximadamente uma área de 250 m2 para absorção dos nutrientes, equivalente a um campo de tênis.
Uma pessoa obesa tem o intestino delgado mais longo e mais calibroso do que o não obeso. Durante 14 anos foram feitas análises das medidas de pacientes operados e foi concluído que a absorção de nutrientes chega a cinco vezes do normal.
Em outros casos os pacientes comem em menor quantidade e são hipometabólicos (gastam poucas calorias em relação aos demais), contudo, existem inúmeros outros fatores que podem contribuir para o ganho de peso.
É de origem familiar?
Aproximadamente 30% dos casos são de origem familiar.
Como poderei perder peso?
Com dietas orientadas por médicos e nutricionistas, auxiliadas por algum tipo de atividade física. Com dietas e medicamentos que desencadeiam a diminuição do apetite ou queima calórica ou com tratamento cirúrgico. Apenas 5% das pessoas obesas emagrecem com dietas e atividades físicas e não voltam a ganhar peso em um período de 5 anos. 5% das obesidades são de origem endócrina e de difícil manuseio e 90% poderão ter regressão da obesidade com algum tipo de tratamento cirúrgico. Notemos que 95% das obesidades são oriundas de erro alimentar.
Onde é o centro da fome e da saciedade?
O centro da saciedade fica no encéfalo, no local denominado Ventro Medial, que inibe a fome. O centro da fome fica no encéfalo, no local denominado Ventro Lateral, e é estimulado desde que a pessoa nasce até quando a pessoa morre. Existem peptídeos e outros fatores ainda não bem conhecidos que também propiciam o ganho de peso.
Por que tenho episódios de fome voraz?
Porque seu corpo está em desequilíbrio organopsicoemocional.
Como controlar o apetite e conservar o peso perdido?
Com tratamento psicológico aliado a dietas, exercícios e medicamentos ou com algum tipo de cirurgia.
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